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quinta-feira, 24 de março de 2011

O que é um livro?


Já parou para se perguntar isso? Claro, a pergunta inicial seria "gosta de ler?" e se sim quais os seus temas favoritos e blá-blá-blá. OK, vamos partir do ponto em que já falamos sobre isso e você é um amante de livros, ou sem chegar a tanto, mas aprecia uma leitura agradável ou divertida.
Então, o que é aquela coisa pesada que você não consegue largar? Depois de pegar nele pela primeira vez anda praticamente colado, e quando não está com ele, não o tira da cabeça...
Um livro pode prender a atenção de diversas formas, acredito que exista um livro certo para motivar a leitura em cada pessoa, e se você ainda não gosta de ler, continue a procurar, o seu livro está por ai.
Um livro é, na minha opinião, a forma com que o escritor vê o mundo que o rodeia. E cada pessoa tem um ponto de vista. Logo, cada um vai descrever o pôr do sol de uma maneira, assim como o luar ou o cair da chuva. Pode ser melancólico ou divertido, pode ser belo ou horrendo, mas uma coisa é certa, se você encontrou aquele livro cujo autor conseguiu envolvê-lo na história, no conto, na trama, na vida, significa que você se identifica com ele/ela.
O mundo que vê é como o que ele/ela vê ou o mundo que ele/ela descreve é como você gostaria que o mundo fosse.
Já ouvi pessoas dizerem que os livros são todos iguais: o heroi, a menina indefesa, o vilão, o drama do casal, o êxtase, a queda e o final feliz. Mas eu tive repulsa até de repetir esta frase. Um livro ou uma simples estória, conto, vida, tem muito mais do que isso. Cada palavra escrita dá vida, gera imagens, emoções, vivências que poucos filmes conseguem.
Consegue-se um feito parecido com os filmes, com uma diferença abissal, o filme dura duas horas, três no máximo. O mais longo que conheço tem quase 10 horas no total e não consegue fazê-lo vivenciar um quinto do que o livro o faz. E um livro dura o tempo que você quiser. Um livro pode lê-lo uma, duas, três vezes e digeri-lo lentamente, não como algo enfiado pela garganta, mas algo que pode discutir, ouvir, falar, trocar opiniões.
A única coisa que se compara a um livro é a própria vida. Vivenciar o que está escrito, saborear as palavras, sentir a lágrima brotar dos olhos pelas emoções por ele descritas, abstrair-se totalmente do que está ao seu redor, aprender, compreender, concordar...
Um livro dá vida à imaginação.

sexta-feira, 18 de março de 2011

SAWABONA - SHIKOBA










Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio.
As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher.
Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante.
Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.
Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.
Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma.
É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro,
seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.

Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer: “Eu Te respeito, eu te Valorizo,
você é importante pra mim”.
Em resposta as pessoas dizem
SHIKOBA que é: “Então eu existo pra você”
Texto de Flávio Gikovate

terça-feira, 15 de março de 2011

Meditação

Queridos todos,


Deixo-vos um texto que achei interessante, pois completa o conhecimento prático que temos da técnica, com um pouco de conhecimento científico sobre os resultados da sua prática regular. Não admira que sejamos todos tão felizes na escola, e isso vê-se pelos sorrisos presentes em todas as nossas fotografias!


Boa leitura e um abraço a todos!


(texto extraído do site Ciência hoje)


"Oito semanas de meditação provocam alterações cerebrais

Investigação sugere que a transformação é benéfica em saúde física e mental

2011-01-27

Uma equipa de psiquiatria do Hospital Geral de Massachusetts (EUA) realizou o primeiro estudo sobre como a meditação afecta o cérebro. As conclusões, recentemente publicadas no «Psychiatry Research», referem que
a prática regular – até oito semanas – pode levar a alterações consideráveis em determinadas regiões cerebrais, relacionadas com a memória, a autoconsciência, a empatia e o stresse.

A investigação sugere que a transformação é benéfica para a saúde física e mental. Apesar de ser uma prática relacionada com a tranquilidade e o relaxamento, os
médicos já confirmaram que “proporciona benefícios cognitivos e psicológicos persistentes durante um dia inteiro”, segundo referem os cientistas norte-americanos.

O trabalho mostra que as alterações presentes na estrutura cerebral podem estar relacionadas com esse rendimento. A autora da investigação, Sara Lazar, já tinha realizado estudos onde tinha encontrado diferenças estruturais no cérebro dos profissionais da meditação, ou seja, em pessoas com experiência neste tipo de práticas, em relação a outras pessoas sem antecedentes. As diferenças mais significativas verificaram-se na espessura do córtex cerebral, especialmente em áreas associadas à atenção e integração emocional.



Na investigação corrente, a equipa utilizou imagens por ressonância magnética da estrutura cerebral de 16 voluntários, durante duas semanas antes e depois de realizarem um curso de meditação de oito semanas – programa definido pela Universidade de Massachusetts, para reduzir o stresse.


O curso previa reuniões semanais, que incluíam a prática de meditação consciente, centrada na consciência e sem prejuízo de sensações e sentimentos, os voluntários receberam gravações áudio para continuarem o exercício em casa.


Alteração da massa cinzenta

Cada participante passou 27 minutos por dia a meditar, praticando os exercícios recomendados. Respostas a um questionário assinalavam melhorias significativas, comparativamente às semanas anteriores. A análise das imagens por ressonância magnética mostrou uma evolução na massa cinzenta, localizada no hipocampo – zona cerebral implicada na aprendizagem, memória, estruturas associadas à autoconsciência, compaixão e introspecção.

Verificaram ainda uma diminuição da massa cinzenta na amígdala cerebral, o conjunto de núcleos neuronais nos lobos temporais, relacionados com a diminuição do stresse. Contudo, nenhuma destas alterações foi observada no grupo de controlo dos restantes voluntários, ou seja, nos que não praticaram meditação."

É isso, por tudo isto e muito mais vale a pena praticar de forma regular!
Vemo-nos nas práticas de hoje?

terça-feira, 14 de julho de 2009

O pôr do Sol


























"Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.


Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.


Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no Inverno. Não imaginavamos que fosse alguma divindade e sim um fenómeno natural como o raio o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto."
Texto retirado do livro 'Eu me lembro' do Mestre DeRose
Um livro doce para o Verão. Vale a pena... =)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Curso Vásaná e Tapas


Olá a todos!

Terminam hoje as inscrições para o curso de vásaná e tapas.
O curso vai ser no sábado, às 15h, no Espaço Bom Feeling.
O preço são 50 euros

"O esforço sobre si próprio na substituição de condicionamentos impostos por outros, mais conscientes e inteligentes através das técnicas do Método DeRose."

O ministrante é o nosso querido Professor Jóris Marengo, discipulo do Mestre DeRose há mais de 30 anos e Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina, Brasil.

O curso tem a duração de 4 horas com tempo para coffee break.
Leva roupa de prática e muito boa disposição.
Confirma a tua inscrição connosco, por telefone ou email.

Mahá abraço a todos,
SwáSthya!


terça-feira, 9 de junho de 2009

Dance Monkeys Dance

Um vídeo para curtirem os feriados e pensarem...sobre macacos :)
Carregue no título 'Dance Monkeys Dance'.

Boas férias!
SwáSthya

P.S. Hoje é o último dia para as inscrições no festival. Nã0 se atrasem!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Cuidado com os 'sugadores de Energia'


O texto que vou reproduzir é do Professor Luiz Marins Filho. Ele é antropólogo e especializou-se em consultoria empresarial. Não conhece nada sobre Yôga, no entanto, a sua escrita aproxima-se muito da forma como pensamos.




Cuidado com os "Sugadores de Energia" - (14 de julho de 1997)
Escrito por Luiz Marins


"Parece mentira, mas há pessoas que parecem "sugar" energia da gente! Outro dia eu estava muito bem, alegre e satisfeito.

Encontrei-me no shopping com um amigo e em meia hora de conversa ele me deixou um verdadeiro "trapo", deprimido, triste.

Fiquei pensando no que aconteceu e logo percebi que aquela conversa horrível do "amigo" (sic) falando só de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando minha energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só ele falou) ele parecia estar melhor do que nunca e eu ... em profunda depressão.

Cuidado com esses "sugadores de energia positiva". Eles estão em todo o lugar: na empresa, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem o obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos. Gravam em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e sabem de cor quantos seqüestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo! Livre-se dessas pessoas!Mesmo que seja um grande "amigo" (sic) não tenha piedade dele, pois ele, por certo não tem dó de você. Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: "- Vai chover!". São pessoas que azedam baldes de sal- de-fruta. São funcionários que não acreditam em programas de qualidade e produtividade, em comemorações, em promoções especiais e qualquer outra coisa que a empresa faça com a intenção de mudar, crescer, expandir horizontes. Elas são sempre "do contra". Avisam que "não vai dar certo" e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: "- Eu sabia que não ia dar certo...".



Meu conselho nesta semana é: Livre-se dessas pessoas!Esses "sugadores" de energia vivem da energia alheia e hoje não dá para viver e trabalhar com alguém "puxando você prá baixo" o tempo todo.

Pense nisso.

Boa Semana. Sucesso!"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Muito bonito...

Este é um vídeo que vi no blog do Mestre, um post de um aluno que não poderia deixar de o colocar aqui.

Como não tem palavras que possam descrever o sentimento que passa, deixo tudo em aberto sem comentários...

Vê e reflecte :)


Um mahá abraço!

SwáSthya!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os Axiomas do DeRose


"Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em si e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil.

Axioma, do latim axióma, é definido como premissa considerada necessariamente evidente e verdadeira, fundamento de uma demonstração

Aceite-os como um presente. Reuna-se num grupo de debates ou de meditação.

Boa e atenta leitura.

1. Não acredite.
2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.
3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.
4. Deixar recado não funciona.
5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.
6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.
7. Nada é aquilo que parece ser.
8. Tudo é relativo.
Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).
Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.

[Espero que o Joris tenha razão!]"

Pense nisso.

(Retirado do Blog do DeRose www.uni-yoga.org/blogdoderose)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

'Trishulada' na Evolução


Se observarmos os fenómenos da natureza percebemos que tudo se desenrola de forma lenta e gradual.

Ainda há poucos dias saíamos de casa ainda de noite para trabalhar e, sem nos apercebermos, agora saímos com uma luminosidade incrivelmente rejuvenescedora.


Os dias foram passsando e crescendo sem nos apercebermos.


Assim também é a evolução no yôga.


Nos primeiros meses, quando ainda estamos no pré-yôga sentimos uma evolução muito rápida, pois tudo se passa no nível físico, um nível denso.


Com a prática regular e constante, começa a ser cada vez mais subtil. Isto não significa que deixe de trabalhar o plano físico, mas vai dar importância a algo cada vez menos palpável como são os estados de concetração, meditação, etc.


Acontece que, por ser muito subtil, exige um estado de concentração e auto-percepção muito elevado e muitos alunos pensam que deixaram de evoluir.


Na verdade, tudo está a correr bem quando a nossa evolução não é sentida por nós, mas por aqueles que nos rodeiam, família, amigos, que nos encontram e notam que algo mudou, para melhor.


No entanto, existem momentos da nossa prática que vamos sentir acelerações evolutivas .

Isso acontece com muita frequência nos Festivais de Yôga.

Depois de 3 dias de práticas intensas e inspiradoras é impossível ficar indiferente


Imagine 250 pessoas numa sala de prática, todas com o objectivo comum de evolução pessoal, a quantidade energia que geram é impressionante.


Vem aproveitar este Festival connosco.

Estamos na recta final para as inscrições para o Fest-Yôga'09.

Fala com o teu instrutor.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

O Sorriso


"O mundo é como um espelho: sorria para ele e só verá sorrisos. Se há uma linguagem universal, essa é a do sorriso. Você não pode falar o idioma de um determinado país, mas ao sorrir para as pessoas, todos compreendem e retribuem. O sorriso serve como cumprimento, como pedido de desculpas e como aceno silente e simpático quando olhares se cruzam. Se você entra num ambiente e sorri para os que lá estão, é como se estivesse lhes dizendo: "Como vão? Estou feliz por vê-los". Se, ao conduzir seu automóvel, comete um erro no trânsito, o sorriso pode significar: "Desculpe, amigo, foi sem querer".

Em minhas aulas digo coisas capazes de fazer corar uma estátua de mármore mas, como falo sorrindo, o público ri comigo e não se ofende.

Pessoas sisudas terminam por absorver uma impressão azeda do mundo, pois os demais vão refletir sua fisionomia e retribuir com a mesma frieza ou antipatia.

Treine todos os dias um exercício de musculatura da face: procure erguer os músculos que se situam bem abaixo dos olhos. São aqueles que os desenhistas costumam representar com um arco sob os olhos quando desejam indicar simpatia ou felicidade. O sorriso é o nosso grande trunfo. Denota civilidade, educação, delicadeza, confiança em si mesmo... e abre muitas portas! Acima de tudo, sorrir rejuvenesce mais do que uma cirurgia plástica e é muito mais barato."

Texto extraído do livro Boas maneiras no Yôga, do Mestre DeRose

P.S - Devem estar curiosos sobre a aula das 6h30 de hoje...
Foi óptima, éramos 8, e ninguém tinha sono :)
Parabéns aos disciplinados, aguardo-vos na próxima quarta para a mesma prática.

Mahá abraço a todos
SwáSthya!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Eu me lembro


"Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.

Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenómeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afecto."

Texto extraído do livro Eu me lembro do Mestre DeRose

Faça o download completo do livro em www.metododerose.eu

sábado, 25 de abril de 2009

Liberdade!


"A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade."
Mestre DeRose


Hoje é dia 25 de Abril, data da revolução pacífica dos cravos, mudança de rumo no nosso país, a esperança de uma sociedade mais livre.
Mas será que somos livres? Teremos livre arbítrio?

Vivemos na ilusão de uma suposta liberdade, tão condicionada como outra coisa qualquer. Ouvimos vozes dizerem que só fazem o que querem, o que lhes apetece, o que acham correcto, o que é justo... Entretanto, dizem noutras alturas "é mais forte do que eu"! São escravos das suas paixões e dos seus ódios, apegados ao prazer, aos objectos, às pessoas... enfim, a tudo o que lhes dá uma falsa noção de eu, a tudo o que por identificação os confunde com a sua verdadeira realidade. A tudo o que possuem ou que desejam possuir, com o receio de serem escassos ou com a ânsia de acrescentar, de acumular, como se isso os fizesse ser mais, como se fosse possível ao verdadeiro "ser" ter mais qualquer coisa para além de "si próprio".

Haverá mais escravo do que aquele que só faz aquilo que gosta? Afinal, de que depende o gosto?
Somos escravos do corpo, das experiências não escolhidas que moldaram a personalidade, dos paradigmas e preconceitos e de tantas outras limitações de tempo e de espaço que formatam a nossa vida, como se mesmo esta pudesse ser nossa :)

A percepção errada do controle sobre a vida, o tempo, e outras condicionantes geram-nos a ilusão de que a vida "é nossa" e que depende da nossa vontade, dando-nos liberdade de opção. Nada é nosso, temos a oportunidade e o privilégio de sentir e nada esperar, desfrutar sem a ânsia de mais. Estar apenas presente. Até lá, vamos tentando...

Mahá abraço!
SwáSthya!

domingo, 5 de abril de 2009

Caminho das Índias

Durante a semana por volta das 23h, a SIC transmite a telenovela da Globo, "Caminho das Índias". A trama conta a história de um amor proíbido, o de Maya (Juliana Paes) e de Bahuan (Márcio Garcia). Toda a telenovela desenvolve-se a partir destas personagens, que com a cultura indiana a sobrepôr-se, resulta numa história interessante que pretende recriar a atarefada cidade de Jarpur, com elenco de renome.

(Ainda mais sobre a novela, se pressionar no título do artigo)

A esta altura já estarão vocês a pensar: "Ora, será que eles são 'noveleiros'?"
:-)
Making Of dos actores a praticar Yôga.

Não é esse o caso. Além da novela explorar a cultura indiana, berço do Yôga, que só por si, torna o tema do nosso interesse, nós participamos nela. É isso mesmo! Se for espectador assíduo vai perceber a nossa marca registada pela presença das técnicas avançadas, líndissimas e altamente artísticas. A Rede Globo procurou nas melhores escolas de Yôga uma selecção de instrutores que pudessem orientar os actores. Quando terminaram a selecção, eram todos do Método DeRose.