segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Autoconhecimento




Todos nós temos regiões desconhecidas, seja no corpo físico, na esfera emocional ou no que diz respeito ao que a nossa mente pensa ou deixa de pensar. Seriam como pontos cegos que você não vê, mas sabe que existem.

Quando alguém desenvolve mais lucidez sobre o corpo, as emoções e pensamentos, o resultado imediato é exercer melhor todas as funções e atividades, tanto no trabalho quanto no desporto, nos estudos, nas artes, etc. Passa a se relacionar melhor com a família, os amigos, os colegas de profissão.

O mundo está em constante transformação, bem como cada um de nós. Essa busca pelo autoconhecimento gera um indivíduo integrado com o seu tempo, preparado para os desafios que a vida naturalmente apresenta nos diversos papeis que exercemos.

A meditação, oriunda de tradições orientais muito antigas, é uma forma para atingir o autoconhecimento e vem sendo difundido no meio empresarial e desportivo como uma ferramenta para superar metas e alcançar objetivos. Muita gente acha que meditar é reduzir a consciência, mas é o contrário. É aumentá-la, é expandi-la, é adquirir mais lucidez. É nada mais do que um tipo de intuição, uma manifestação que todos nós já experimentamos, alguns mais outros menos. Trata-se de um canal que nos traz o conhecimento por via direta, sem a interferência do intelecto. Foi intuição aquele episódio familiar ou profissional no qual você sabia do fato, embora ninguém lhe tivesse dito ou telefonado. Simplesmente, você o sabia. Profissionalmente, talvez você o tenha deixado passar por não dispor de um respaldo racional, uma documentação ou bibliografia. No entanto, se tivesse lançado mão daquele conhecimento intuicional, teria passado à frente da concorrência. Depois, bastaria procurar a documentação adequada, ou as estatísticas necessárias para fundamentar o que você já sabia – fundamentá-lo apenas para que os seus pares não pudessem questionar as suas fontes.

Você pode, também, começar esse processo refletindo constantemente sobre as coisas que gosta ou não de fazer, forjando assim um estilo de vida de acordo com aquilo que lhe traz mais felicidade. Pergunte-se quais são seus pontos fracos e busque se superar em cada um deles. Saiba quais são suas qualidades e atributos, gerando não somente autoconfiança, o que é imprescindível para superar obstáculos mas, principalmente, descobrindo onde e quando exercer o que faz melhor. É sua obrigação saber quais são suas paixões, o que ama e o que desgosta. Só assim poderá construir uma realidade e um futuro baseado em escolhas certas.

Outra estratégia é lembrar de um momento da sua vida em que se sentiu melhor e mais feliz. Pergunte-se qual era o seu trabalho e quais as tarefas que exercia na época. Quem eram as pessoas mais próximas, os lugares que freqüentava, o seu esporte, as viagens, os hábitos em geral que caracterizavam aquela condição em que se encontrava. Realize uma verdadeira varredura em sua memória e descubra tudo o que fazia para aquela ocasião ter sido tão especial. Depois de refletir sobre isso, procure mudanças que se aproximem daquele instante, em busca do autoconhecimento.

Você pode ainda tomar consciência do seu próprio corpo. Comece, por exemplo, por descobrir qual é a sua respiração e como aperfeiçoá-la. Conheça seus limites físicos no que diz respeito ao alongamento, à flexibilidade, à resistência, através do esporte, da dança, de uma arte marcial ou de outro método que trabalhe o seu corpo. Tenha mais noção do espaço vital onde transita, gere consciência de movimento e observe como se desloca: se os objetos caem a sua volta ou não, se você tropeça enquanto caminha ou se jamais isso acontece.

Tudo isso, em última instância, conduz o indivíduo a conquistar mais lucidez sobre as coisas ao seu redor e, como consequência, a ter um nível muito maior de concentração sobre aquilo que realiza.

Inicie pelas ações cotidianas a ter mais autoconhecimento e aprofunde esse treinamento até descobrir o que lhe traz felicidade. Nos próximos dias, desafie-se a fazer menos ruído nas tarefas mais banais, como fechar uma porta, subir uma escada, colocar um copo na mesa. Amplie esse aprendizado para o seu corpo físico, emocional e mental e desenvolva-se de forma completa. Em outras palavras, dedique mais tempo e atenção para si mesmo.

Profa. Naiana Alberti
Artigo publicado na Revista Sports Mag de setembro de 2013

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Gelado de bolacha crocante


Tempo: 15 min. + 6h

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:

400 ml de natas para bater
6 claras de ovos
2 gemas
2 pacotes de bolacha maria
9 colheres de sopa de açúcar
granola

Preparação:
- Bata as claras em castelo com duas colheres de sopa de açúcar.
- Bata depois as natas com seis colheres de sopa de açúcar e as gemas com o restante.
- Triture um dos pacotes de bolacha grosseiramente.
- Envolva delicadamente as natas com as claras de forma a manter um creme bem fofo.
- Num recipiente para servir, comece a fazer as camadas começando com uma camada de bolachas inteiras e bolachas trituradas, depois o preparado das natas com as claras e uma nova camada de bolachas mas, agora, coloque também granola a cobrir a superfície.
- Sobreponha as camadas até terminar com as gemas de ovo polvilhadas com granola e bolacha triturada.
- Leve ao congelador durante seis horas e depois sirva.

Bom apetite :)