segunda-feira, 6 de outubro de 2014

DeROSE LISBOA


É com muito prazer que o convidamos para um dos momentos altos do ano,
a presença do Preceptor DeRose em Lisboa.


Todos os cursos têm também a possibilidade de serem transmitidos via web. 
Para se inscrever, entre em contacto com o Diretor da sua Escola.


Investimento:
380€ - investimento integral
266€ - aluno e instrutor de escola agregada
190€ - aluno de escola credenciada e certificada
95€ - instrutor supervisionado pelo Preceptor DeRose (com um ano de supervisão)

Caso não seja ainda um dos nossos alunos, 
escreva um e-mail para: cursosderoselisboa@MetodoDeROSE.org
ou entre em contacto com a Sede da Federação do Método DeROSE Portugal, 
através do tlf: 226 003 212.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Meditation


You should sit in meditation for 
20 minutes everyday! 

Unless you're too busy, then you should meditate for one hour!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O que é a Boa Forma?


Seria Arnold o nosso padrão de boa forma?


O que seria o conceito de boa forma?
A boa forma é ter profundo respeito pelo nosso próprio corpo, amando e aceitando sua estrutura e biotipo, desenvolvendo-o para que alcance o seu apogeu estético. Esse apogeu estético não utiliza um padrão de beleza específico, esse que você vê o tempo todo nas revistas, televisão e internet.
A boa forma física é aquela que trabalha o corpo até o ápice da sua capacidade, fazendo com que ele possa ser o mais perfeito e estético possível, dentro do que pode oferecer. E ele sempre pode oferecer mais do que você imagina. A boa forma é aquela que inspira admiração e que nos confere uma presença imponente, digna do que temos interiormente.


A satisfação de gostar do que vê
Boa forma física é esbanjar virilidade nos homens e feminilidade nas mulheres. Uma virilidade que não é bruta e uma feminilidade que não é frágil. Esse conceito atinge seu ápice quando olhamo-nos no espelho e enxergamos cada detalhe com satisfação, quando sentimos orgulho pelo nosso corpo, confiança e tranqüilidade com a forma que ele apresenta. Sentir-se confiante com qualquer roupa que se coloque e, principalmente, estando nus.

Os detalhes
A boa forma é a boa forma física, musculatura firme, bem desenhada e alongada, abdômen saudável, articulações flexíveis, harmonia física, postura impecável. Mas, essa boa forma física não aparecerá se alguns (muitos) detalhes não forem observados, como uma pele bem cuidada e impecável, um cabelo bem cortado e tratado. O cuidado com a estética do sorriso, as unhas bem tratadas. Roupas impecáveis, de bom corte e caimento, e tecidos nobres. Acessórios de excelente qualidade. Pele do corpo sempre limpa e perfume de excelente procedência.

O conceito de boa forma física, portanto, deve vir acompanhado de muitos detalhes que, como detalhes que são, dão aquele acabamento final de excelência. Eles são o mais importante justamente porque funcionam na harmonia do conjunto, conferindo a experiência mágica e não racional daquilo que sentimos e percebemos. Tudo isso, o cultivo da forma do corpo mais todos esses grandes detalhes, confere um conjunto impecável da sua presença física.

***

"A beleza do espírito, causa admiração; a da alma, estima; e a do corpo, amor."
Bernard Fontenelle



Extraído do blog do Método DeROSE Alto da XV - Curitiba, Brasil
 http://derosealtodaxv.org.br/



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Sumo de maçã e beterraba


Tempo: 5 min

Dificuldade: Fácil

Ingredientes:
(PARA 1 PESSOA)

3 maçãs grandes
1/4 de limão
1/2 beterraba pequena

Preparação:
- Descasque a beterraba.
- Corte todos os ingredientes para caber no bocal da Sana ou Óscar.
- Coloque todos os ingredientes.
- Refresco com um cubo de gelo.

Bom apetite :)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Conversas com Chocolate Quente - Tema: Egrégora

Esta sexta, às 21h, vamos juntar-nos na escola para mais conversas acompanhadas de um delicioso chocolate quente!
Desta vez falaremos sobre Egrégora!
Para saberes mais do que estamos a falar deixamos-te um excerto do livro Karma e Dharma do escritor DeRose, aonde aprenderás mais sobre o tema.




"Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc.

Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação “genética” das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.

Por axioma, um ser humano nunca vence a influência de uma egrégora caso se oponha frontalmente a ela. A razão é simples. Uma pessoa, por mais forte que seja, permanece uma só. A egrégora acumula a energia de várias, incluindo a dessa própria pessoa forte. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando à egrégora para que ela incorpore às dos demais e o domine (“Quanto mais forte for a tora de madeira, mais energia dará ao fogo que a consome”, livro Sútras, DeRose).

A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e mais ódio. No caso das facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, frequentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder, passam de herois a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas).

Já a egrégora criada com intenções sãs, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade, procura “obrigar” seus amos a permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza para produzir energia em seu benefício.

A única maneira de vencer a influência da egrégora é não se opor frontalmente a ela. Para tanto, é preciso ter Iniciação, estudo e conhecimento suficiente sobre o fenômeno. Como sempre, as medidas preventivas são melhores do que as corretivas. Portanto, ao invés de querer mudar as características de uma determinada egrégora, o melhor é só gerar ou associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passará a fluir como uma embarcação navegando a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir. Já que a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e frequentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. O difícil é diagnosticar tais atributos antes de se relacionar com elas.

Uma vez obtido o grupo ideal, todas as egrégoras geradas ou nas quais você penetre, vão induzi-lo à saúde, ao sucesso, à harmonia e à felicidade.

Os antigos consideravam a egrégora um ser vivo, com força e vontade próprias, geradas a partir dos seus criadores ou alimentadores, porém, independente das de cada um deles. Para vencê-la ou modificá-la, seria necessário que todos os genitores ou mantenedores o quisessem e atuassem nesse sentido. Acontece que, como cada um individualmente está sob sua influência, praticamente nunca se consegue superá-la.

Se você ocupa uma posição de liderança na empresa, família, clube etc., terá uma arma poderosa para corrigir o curso de uma egrégora. Poderá afastar os indivíduos mais fracos, mais influenciáveis pelos condicionamentos impostos pela egrégora e que oponham mais resistência às mudanças eventualmente propostas. É uma solução drástica, sempre dolorosa, mas, às vezes, imprescindível.

Se, entretanto, você não ocupa posição de liderança, o mais aconselhável é seguir o ditado da sabedoria popular: os incomodados que se mudem. Ou seja, saia da egrégora, afastando-se do grupo e de cada indivíduo pertencente a ele. Isso poderá não ser muito fácil, mas é a melhor solução.

Outro fator fundamental neste estudo é o da incompatibilidade entre egrégoras. Como todo ser humano está sujeito a conviver com a influência de alguns milhares de egrégoras, a arte de viver consiste em só manter no seu espaço vital egrégoras compatíveis. Sendo elas forças grupais, um indivíduo será sempre o elo mais fraco. Se estiverem em dessintonia umas com as outras, geram um campo de força de repulsão e, se você está no seu comprimento de onda, ao repelirem-se mutuamente, elas rasgam-no ao meio, energeticamente. Dilaceram suas energias, como se você estivesse sofrendo o suplício do esquartejamento, com um cavalo amarrado em cada braço e em cada perna, correndo em direções opostas.

Esse esquartejamento traduz-se por sintomas, tais como ansiedade, depressão, nervosismo, agitação, insatisfação ou solidão. Num nível mais agravado, surgem problemas na vida particular, familiar, afetiva, profissional e financeira, pois o indivíduo está disperso e não centrado. No grau seguinte, surgem neuroses, fobias, paranoias, psicopatologias diversas, que todos percebem, menos o mesclante. Finalmente, suas energias entram em colapso e surgem somatizações concretas de enfermidades físicas, das quais, uma das mais comuns é o câncer.

Isso tudo, sem mencionar o fato de que duas ou mais correntes de aperfeiçoamento pessoal, se atuarem simultaneamente sobre o mesmo indivíduo, podem romper seus chakras, já que cada qual induz movimento em velocidades, ritmos e até sentidos diferentes nos seus centros de força.

Com relação à compatibilidade, há algumas regras precisas, das quais pode ser mencionada aqui a seguinte: asegrégoras semelhantes são incompatíveis na razão direta da sua semelhança; as diferentes são compatíveis na razão direta da sua dessemelhança. Você imaginava o contrário, não é?

Todo o mundo se engana ao pensar que as semelhantes são compatíveis e ao tentar a coexistência de forças antagônicas, as quais terminam por destruir o estulto que o intentara.

A melhor demonstração da regra acima é o João do exemplo já citado. Ele, como um homem normal, tem uma egrégora de família, uma de profissão, uma de religião, uma de partido político, uma de clube de futebol, uma de etnia, uma de país e assim sucessivamente. Como são diferentes entre si, conseguem coexistir sem problemas. Aquele homem poderia ter qualquer profissão e qualquer partido político, torcer por qualquer clube e frequentar qualquer igreja.

Agora relembremos o caso oposto, também já citado. Esse mesmo homem resolve ter duas famílias, torcer por vários times de futebol, pertencer a partidos políticos opostos, exercer várias profissões simultaneamente e ter diversas religiões, por exemplo, ser evangélico, muçulmano e hindu ao mesmo tempo! Convenhamos que a pessoa em questão é psiquiatricamente desequilibrada. Não obstante, é o que muita gente faz quando se trata de seguir correntes de aperfeiçoamento interior: a maioria acha que não tem importância misturar aleatoriamente Yôga, tai-chi, macrobiótica, teosofia e quantas coisas mais se lhe cruzarem pela frente. Então, bom proveito na sua salada mista!


As mesclas minam a credibilidade; a especialização a enaltece.
DeRose"