segunda-feira, 9 de março de 2015

Noite de Cinema TUCKER - Um Homem e o seu Sonho | sex 13 - 21h

Esta sexta-feira, dia 13 de Março, teremos mais uma noite dedicada ao cinema na nossa escola.
Às 21h vamos assistir a TUCKER - Um Homem e o seu Sonho, um fantástico filme de Francis Ford Coppola, recomendado no Programa do Curso Básico do Nosso Método!


Sinopse:
História real de um sonhador, Tucker, que elabora o projeto de um automóvel superior a todos os demais: mais forte, mais bonito, mais seguro, mais prático, numa expressão, era “um Método DeROSE” da indústria automobilística. Era tão superior aos outros que a Ford e a Chrysler ficaram com medo da sua superioridade e começaram a persegui-lo, boicotá-lo, sabotá-lo, difamá-lo e, finalmente, processaram-no e levaram sua empresa à falência. Tucker morreu amargurado poucos anos depois. No entanto, tão bons eram seus automóveis que, dos únicos 50 carros Tucker que ele conseguiu produzir, 47 continuam rodando até hoje, meio século depois; e Hollywood realizou um filme sobre a sua luta.


Assiste aqui ao trailer do filme:







segunda-feira, 2 de março de 2015

A medalha com o ÔM

Um dia sonhei com meu Mestre ofertando-me um objeto carregado de força ancestral, algo que se materializara em meio a um torvelinho de luz dourada na palma da mão dele, bem diante dos meus olhos. Quando a névoa de luz se dissipou e pude ver melhor, era uma medalha muito bonita, com aparência bem antiga e gasta pelo tempo, detentora de uma magnificência e dignidade tão evidentes que saltavam aos olhos. No centro, pude reconhecer o ÔM, símbolo universal do Yôga, em sânscrito, escrito em alfabeto dêvanágarí.

Foi apenas um sonho, sem nenhuma pretensão a precognição. Mas um sonho nítido e forte, cuja lembrança permaneceu clara em minha memória por muito tempo.

Passaram-se os anos. Fui inúmeras vezes à Índia, por mais de vinte anos. Nos Himálayas, frequentei o Sivananda Ashram, onde tive aulas de diversas modalidades de Yôga. Lá havia uma biblioteca com obras raras e preciosas, algumas bem antigas. Foi remexendo num desses livros, de autoria do próprio Sivananda, que encontrei o ÔM com um traçado que me fascinou. Era esteticamente superior aos que habitualmente aparecem na maior parte dos livros de Yôga. Havia uma harmonia e um equilíbrio impressionantes. Deixei-me viajar por dentro de suas linhas de força e entrei em meditação profunda enquanto o contemplava.

Terminada a experiência, eu estava arrebatado por esse símbolo incrivelmente forte. Não resisti e fotografei-o. Décadas após, descobri que muitos anos antes de ir à Índia eu já havia encontrado um ÔM praticamente idêntico e que me fascinara igualmente, num livro do próprio Sivananda, em edição mais recente. Depois, esqueci-me dele e fui reencontrá-lo no Mosteiro dos Himálayas. Certamente, por estar sozinho naquele ambiente meio mágico, isso terá produzido um efeito emocional diferente ao reencontrar o traçado do ÔM com o qual eu já naturalmente percebera tanta sintonia.

Chegando ao Brasil, mandei fotolitar e ampliar o ÔM. O resultado foi surpreendente. As pequenas irregularidades da impressão antiga sobre o papel rústico ficaram bem pronunciadas. O contorno do Ômkára adquiriu uma aparência ainda mais ancestral e desgastada pelo tempo. Nenhum desenhista ocidental ou moderno tocou nesse símbolo.



Ficou tão bonito que os meus alunos e demais instrutores, todos, queriam uma cópia. Começaram a surgir medalhas de ouro, mandadas fazer pelos alunos, tentando imitar esse nobilíssimo ÔM, mas, evidentemente, os ourives não conseguiam e, com frequência, ocorriam erros graves no traçado ou nas proporções. Tais incorreções eram imperceptíveis aos leigos, não obstante, capazes de alterar suas características. Quando os não-iniciados mandam executar uma medalha com o ÔM normalmente incorrem em alguns erros. Para evitá-los, atente ao seguinte:

a) Habitualmente os profissionais de ourivesaria que executam o ÔM não entendem nada do símbolo que estão tentando reproduzir e terminam por cometer erros grosseiros, muitas vezes fazendo desenhos de mau-gosto e que perdem a característica original, anulando seus efeitos positivos.

b) Fora isso, pelo fato de o ouro ser metal caro, faziam-no recortado por medida de economia. Ora, era comum que a medalha virasse, ficando com a imagem invertida, oferecendo à percepção visual do observador uma antítese do yantra ÔM! Como o poder dos símbolos traduz-se pela leitura inconsciente dos arquétipos codificados em setores obscuros da mente humana, essa inversão gerava o oposto do que os portadores daquelas medalhas esperavam. Não sei se por coincidência, mas a maioria das pessoas que utilizavam esse ÔM que virava e ficava invertido, terminavam por dar sinais de falta de sintonia.

c) O ÔM não deve ser recortado ou vazado, pois se for feito assim, ficará virado com frequência, apresentando o ÔM invertido, isto é, representando sua antítese em termos de simbolismo, consequentemente, com efeitos opostos;

Por essas razões achei mais prudente assumir a responsabilidade de mandar cunhar as medalhas, com o ÔM forte que tinha trazido dos Himálayas, obedecendo ao design da medalha com a qual havia sonhado anos antes e com a mesma liga de metal que costuma ser utilizada no artesanato indiano, o brass (liga de cobre e zinco). Assim, mandei cunhar uma medalha[2] em forma antiga, tendo de um lado o ÔM circundado por outras inscrições sânscritas e do outro lado o ashtánga yantra, símbolo do SwáSthya Yôga.

[2] Em respeito ao leitor e para preservar nossa boa imagem, sentimo-nos na obrigação de informar que pessoas desatentas estão comercializando, sem a nossa autorização, cópias piratas desta medalha, algumas com péssimo acabamento e com erros nas inscrições sânscritas. Informamos que a Medalha com o ÔM está registrada no INPI como propriedade industrial e na Biblioteca Nacional como propriedade intelectual. Se alguma empresa desejar autorização para reproduzi-la deverá entrar em contato conosco pelo telefone (11) 3081-9821, celular (11) 9976-0516 e-mail: presidente@metododerose.org.

Não somos donos do ÔM. Ninguém o é. Somos proprietários, isto sim, do desenho que foi registrado, assim como do design da medalha.


Extraido do Livro "Quando é Preciso Ser Forte" de DeRose

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Método DeRose Networking | 27 de fevereiro | 18h




A nossa escola irá receber o primeiro Networking em conjunto com todas as escolas do norte do país! Este é um evento de partilha de experiências bem enriquecedoras que temos a certeza que não vai querer perder! Programe-se e reserve já o teu lugar!


Oradores:
. Prof. Luís Lopes | Presidente da Federação do Método DeRose Portugal
. Damião Baía | Escola da Boavista | Empresa: Reaja
. Paula Freitas | Escola da Boavista | Empresa: Tasquinha do Caco
. Mariana Curia | Escola das Antas | Empresa: Terapets, Associação de Terapia com cães
. Paulo Lourosa | Escola do Campo Alegre | Empresa: DYD Associados Portugal
. Daniel Cruz | Escola de Famalicão | Empresa: Era Imobiliária
. Ana Maria Martins | Escola de Famalicão | Podologista Clínica Central da Foz
. Miguel Menezes | Matosinhos | Empresa: Sociedade de Rolamentos SDR SA

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Para refletir...




"A árvore podada cresce mais e o guerreiro ferido muitas vezes em combate torna-se perito no uso das armas. Tal exacerbação do instinto de sobrevivência é obtida pela disciplina e pelas dificuldades. O melhor discípulo será aquele sobre o qual forem aplicadas as maiores exigências e as mais duras críticas. "
DeRose

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

DeRose Art Company

Em 2014 decidiu-se que esta Companhia passaria a fazer espetáculos por toda a Europa.
A Companhia foi fundada no final de 2007. Desde então, todos os anos tem vindo a trabalhar na criação de novas obras e pesquisa de uma nova linguagem coreográfica de grande exibição técnica, destreza física, movimentos que exploram a sensorialidade e desafiam as leis da gravidade. Longe de ser um sistema moderno, é baseado em uma das mais antigas formas de treino de corpo que combina técnicas antigas com recursos tecnológicos actuais, resultando em um estilo único e surpreendente.
Em 2008 estreou Padma, uma obra cativante pela beleza e qualidade de seus movimentos. Dez artistas no palco, imagens, narrações e músicas definem a atmosfera deste espetáculo.
Em 2009 realizou vários papéis no Teatro do Sul, em Buenos Aires e é convidado a participar do lançamento da nova colecção de roupas OSX. A DeROSE ArtCompany foi convidada a participar nos festivais de Buenos Aires e de Florianópolis. Mais tarde naquele ano, ela estreou o seu segundo trabalho, Shaktí, no Globe Theatre, em Buenos Aires.
Em 2010 ela apresentou no Teatro da Associação Cultural Armênia, e novamente no teatro Globe.
Em fevereiro de 2011, apresentou mais um espetáculo no City Hall de São Paulo e durante Maio e Junho fez várias apresentações no Teatro do Sul, em Buenos Aires. Em Setembro d"o mesmo ano, encenou o seu novo trabalho Nexus no Teatro Margarita Xirgu.
Em 2012 faz 7 apresentações no Teatro do Sul Buenos Aires e em Setembro Padma volta a apresentar-se no Globe Theatre.
Durante 2013, houve uma série de apresentações no Teatro Garrick e o Globe Theatre, apresentando nesse ano as Obras Shaktí e Nexus.
Nos meses de Abril e maio 2014 realiza um ciclo de apresentações no Teatro El Cubo, com Shaktí e Nexus.
Em Setembro de 2014, estreia a sua obra mais recente, Déjà vu, na sala Siranush.
Neste mesmo ano decidiu-se que esta Companhia passaria a fazer espetáculos por toda a Europa e para isso estão a ser treinados Demonstradores de Coreografias do Método DeROSE em Portugal.


Se quiser saber mais e contribuir aceda a Crowd funding