Raramente pensamos na importância da respiração e não lhe damos o devido valor, porque a fazemos de uma forma automática e inconsciente.
A maioria das pessoas respira de uma forma superficial e insuficiente, utilizando uma ínfima parte da sua capacidade pulmonar.
Acada estado emocional corresponde um ritmo respiratório. Aprendendo a manipular o ritmo respiratório, conseguimos sutilizar as emoções e isto terá consequências enormes na forma como nos relacionamos com os outros, no desempenho das nossas actividades profissionais e daí advém uma maior qualidade de vida.
Os respiratórios do Yôga vão muito além destes aspectos práticos, pois mostram-nos uma outra dimensão de nós mesmos, ao tomarmos consciência de que a energia vital que circula no nosso corpo é a mesma que configura e movimenta o universo.
O nome técnico da respiração no Yôga é Pránáyáma. A palavra pránáyáma deriva de dois nomes sânscritos: prána , que significa alento, energia, força vital; e áyáma, expressão que significa extensão, intensidade, propagação, dimensão.
Pránáyáma é então a expansão da bioenergia através de exercícios respiratórios.
A respiração é o único acto vital inconsciente a que podemos ter acesso e controlo imediato, e através dela podemos mergulhar nas profundezas do nosso inconsciente e torná-lo consciente. Ganhámos condições de ler registos mais íntimos e através deste autoconhecimento conduzimos nossa própria evolução.
A respiração do Swásthya Yôga transforma um acto tão simples e corriqueiro numa fonte de intenso prazer, acabando por transformar toda a sua vida.
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